EXPOSIÇÕES

 
 
 

LANÇAMENTO DO LIVRO "MALDITA ANIMAÇÃO BRASILEIRA", organização de Sávio Leite

Data: 01/11 l 16h no Café da MOSCA / Espaço Cultural Sinhá Prado

O livro traz textos de Quiá Rodrigues (RJ), Leonardo Ribeiro (RJ/MG), Roberto Maia (SP), Diego Akel (CE), Caó Cruz Alves (BA), Christiane Quaresma e Marcos Buccini (PE), Patricia Alves Dias (PE) e Márcio Junior (GO), cada um analisando diversos aspectos da animação brasileira e suas especificidades.

O livro ainda traz entrevistas com 10 expoentes da animação brasileira contemporânea, com um recorte na produção independente. Depoimentos de Allan Sieber (RS/RJ), Arnaldo Galvão (SP), César Cabral (SP), Clécius Rodrigues (MG), Eduardo Perdido (SP), Marão (RJ), Mauricio Squarisi (SP), Otto Guerra (RS), Stil (RJ) e Wilson Lazaretti (SP). Um amplo painel do melhor da produção e de seus autores e uma parte ilustrativa dessa produção.

A ideia deste livro nasceu junto com o livro anterior: Subversivos, o desenvolvimento do cinema de animação em Minas Gerais (Ed. Favela é Isso Aí, 2013) em pesquisar um segmento dentro da produção brasileira contemporânea de cinema de animação. Com o passar do tempo chegamos a conclusão que o recorte sobre a animação mineira já era suficiente para preencher um livro.

A pesquisa foi adiante e agora apresentamos um recorte do que seria uma produção underground (ou udigrudi, numa gíria brasileira, como gostamos de usar), maldita que se destaca de toda a produção brasileira nesta arte peculiar.

A arte da animação possui muitas lacunas no Brasil. Décadas de ostracismo e pouca produção no tocante a feitura de longas metragem. Situação que esta sendo mudada tanto a nível de produção, quantidade, distribuição e recepção dos trabalhos.

O livro foi viabilizado com os recursos da Lei Municipal de Incentivo á Cultura de Belo Horizonte, através da MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação – Projeto 285/2012/FPC.


EXPOSIÇÕES

 

AUDIOVISUAL

Todas as noites teremos projeções de trabalhos de Frederico Filippi e Maria Moema Guimarães, nas paredes do Café da MOSCA / Salão de Exposições.

 

Frederico Filippi

“Meu trabalho tem como referência os vídeos de registro etnográfico. Dentro deste universo, procuro criar interpretações que coloquem as histórias em momentos dúbios entre verdade e ficção, sob o signo de uma pretensa seriedade documental. Dessa maneira, as ideias de verdade e mentira nos discursos audiovisuais funcionam como eixo da produção.”

Nascido no Brasil na cidade de São Carlos, em 1983, vive e trabalha em São Paulo. Trabalha com relações de ordem em desordem, em especial no contexto da formação da identidade da América Latina. A partir deste centro, os trabalhos se desdobram em técnicas diferentes como pintura, desenho, vídeo e instalação, na maior parte das vezes em uma relação com a imagem.

Principais exposições: individual Deuses Impostores – IBEU RJ (2014); as coletivas Si no todas las armas, los cañones – Matadero Madrid, V Bolsa Pampulha no Museu de Arte da Pampulha (2014), A parte que não te pertence, Galeria Maisterra Valbuena (Madrid), Aparição – Athena Contemporânea, RJ (2014), ABRE ALAS 9, A Gentil Carioca, RJ (2013) e 42º SARP, Piracicaba (2010).

Residências: KIOSKO, Bolívia (2015); El Ranchito – Matadero, Madri (2014), La Ene, Buenos Aires (2013), Ateliê Aberto #6, Casa Tomada (2012) e Red Bull House of Art, SP (2011). Prêmio IBEU 2013 e destaque da Fundação Iberê Camargo.

Atualmente estuda antropologia na USP; bolsista dos programas do Centro de Investigaciones Artísticas em Buenos Aires e da 5ª edição da Bolsa Pampulha.

 

Moema Guimarães

Ensaios em Mosca

“Comecei nos ensaios gravando as minhas coreografias, precisava ver como dançava. Depois vieram as danças dos amigos, dos alunos. Guardar registros das apresentações, melhorar as sequências e dançar de novo no palco. Sem perceber, os gestos foram para as câmeras e não mais para o teatro. As possibilidades se tornavam infinitas, podia recoreografar, dirigir intenções, compor outras histórias, reverenciar os bailarinos do cinema. Então foi preciso aprender o vocabulário audiovisual e tive como primeira professora, a MOSCA.”

 

Moema Guimarães é bailarina, pedagoga e diretora do Estudio Moema, de Araraquara. Professora de História e Mídias na Escola Paraíso de Américo Brasiliense, é também oficineira da Mosca desde 2010 e coordenadora do projeto de intercâmbio em videodança “Aveiro na Mosca”.


FOTOGRAFIA

 

Nos Olhares da Vida, por Allan Félix de Carvalho

 

Exposição fotográfica que nos permite entrar em contato com a vida de pessoas que vivem no Lar de Velhinhos Irmã Marieta, em Cambuquira, compartilhando suas histórias, através de olhares puros e sinceros. Além de comparecer ao projeto fotográfico, contamos com sua ajuda para a doação de produtos de higiene pessoal para o lar.


Artes Plásticas

 

Efeito Cambuquira, por Bernadette Guimarães

Pinturas e aquarelas revelam o significado da cidade como fonte de inspiração de uma obra de arte.

 

Ilustrações, de Felipe Lemes

Em 2014, na MOSCA 9, o cambuquirense Felipe Lemes fez sua primeira exposição. Os seus personagens do cinema e das séries, que a princípio estavam digitalizados em seus perfis nas redes, ganharam as paredes. O diálogo permanece este ano, com seus trabalhos mais recentes, alguns deles ainda inéditos.


CLUBINHO DA MOSCA

Atividade infantil que acontece no jardim do Espaço Cultural, logo após a Mostra Infanto-juvenil 2 e 3. Desenho, pintura e pipoca!

 

Data: 02/11 e 07/11 l após a sessão das 15h no  Jardim do Antigo Cinema / Espaço Cultural Sinhá Prado

 


MOSCA nos Céus

O Observatório Centauro mais uma vez é convidado da MOSCA, e traz seu telescópio para observarmos o céu cambuquirense entre uma sessão e outra.

Com orientação do professor e coordenador do observatório, Raoni Vilhena.


Data: 01/11 l 20h às 23h no Jardim do Antigo Cinema / Espaço Cultural Sinhá Prado.


Café da MOSCA

Café e restaurante que funciona durante o período da mostra nos salões do antigo Cassino Elite, atual Espaço Cultural Sinhá Prado.

De Pindorama para Cambuquira!

O Café da MOSCA na 10ª edição ficará por conta de uma das fundadoras da mostra. A Sharen Zancaner, é também criadora do Santa Luzia Gastro-Bar, em Pindorama/Cantanduva-SP, de onde ela e o Glen Hyman trarão algumas das especialidades do cardápio.

A proposta é montar um bar de tapas e drinks especiais, que funcionará no período da tarde, e continua após o jantar e a última sessão de cinema - com música em seguida. Aos domingos, o brunch é a partir das 11h.

O local é o ponto de encontro entre o público, os cineastas e a equipe da mostra, e sediará também as exposições, apresentações musicais e um lançamento literário.